União Europeia aplica 65 milhões de euros em programa de segurança alimentar

Enquadrado numa parceria bilateral entre a União Europeia e Angola, o FRESAN conta, desde 2018, com um financiamento na ordem dos 65 milhões de euros cuja cobertura se estenderá até 2024.

Segundo uma nota de imprensa, a que a Economia & Mercado teve acesso hoje, sexta-feira, 9 de Abril, a iniciativa partilhada com o Governo angolano tem como objectivo reduzir a fome, a pobreza e a vulnerabilidade das comunidades afectadas pela seca no sul do país, particularmente nas províncias do Cunene, da Huíla e do Namibe.

A decorrer na Mediateca do Lubango, caberá a embaixadora da União Europeia em Angola, Jeannette Seppen proceder a apresentação pública do Programa de Fortalecimento da Resiliência e da Segurança Alimentar e Nutricional em Angola.

De acordo com o documento em posse da E&M, o evento decorrerá em parceria com o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, I.P.; com a FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação Agricultura e com o PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

A nota de imprensa da União Europeia informa que o evento será transmitido pela Internet e contará com distintas individualidades nacionais e não só, dos quais destaca-se os interlocutores do temas “Avaliação e análise da vulnerabilidade à insegurança alimentar e nutricional nas províncias do Cunene, da Huíla e do Namibe”; “Escolas de Campo para a Resiliência, Segurança Alimentar e Nutricional João Neves, Project Manager FRESAN/PNUD Manuel Lutango” e “Fortalecimento das Estruturas e Capacidades Institucionais de GDR – Gestão de Risco de Desastres No fim da cerimónia vai decorrer uma conferência de imprensa conjunta”.

Sublinha-se as presenças da Coordenadora Geral do FRESAN/Camões I.P. (Patrícia Carvalho); do Chefe do Departamento de Segurança Alimentar (Fernando André); do coordenador Nacional e Responsável pela Província da Huíla (Fretson Paulo); do 2.º Comandante Nacional para a Área de Protecção Civil (Manuel Lutango) e da Direcção de Redução de Riscos de Desastres da Protecção Civil (Edson Domingos).

Fonte: Economia & Mercado (09/04/2021)